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domingo, 26 de outubro de 2014

CEAES na rota da aprendizagem do 4º A e do 3º A


No dia 2/10, os alunos do 4º A e do 3º A estiveram no Centro de Educação Ambiental Ernest Sarlet de Novo Hamburgo. Lá eles viram vários espaços, cheios de plantas e pequenos animais, onde puderam desfrutar um maior contato com a natureza.




O Relógio do Corpo Humano é um espaço onde se relacionam ervas e órgãos, apontando o horário do dia em que o efeito dos chás com as ervas é melhor aproveitado pelo corpo humano, lá eles puderam conhecer os chás e ver diferenças entre o formato das folhas, suas cores e texturas.




O Jardim das Sensações é um espaço pensado para pessoas portadoras de deficiências visuais, mas que também é aproveitado pelos alunos com visão perfeita. Lá eles encontraram ervas aromáticas, onde podem aproveitar os diferentes odores, comparando-os e relacionando-os entre si, além disso, podem também sentir diferentes texturas com pés e mãos.




A Horta Orgânica é um espaço onde os alunos puderam ver hortaliças produzidas com adubação orgânica a partir de esterco de animais herbívoros como cavalo e galinha. Foi um momento onde os alunos ficaram muito atentos e interessados, refletindo sobre o que poderão realizar na ação prevista no projeto deles.





A Trilha Ecológica, envolver uma parte com vegetação nativa, mata ciliar e banhado, próprios do espaço rural do bairro. Nela, os alunos observaram a relação entre animais e plantas e os elementos da natureza.

Tartarugas


Reaproveitamento para o jardim


Aquecimento solar da água


Galinheiro



Minhocário e compostagem


A seguir, o relato do passeio feito por alunos do 4º A:


“Chegamos lá no Centro Ambiental e entramos dentro de uma casa, então conhecemos o ajudante André que dividiu a nossa turma em 2 grupos. Aprendemos sobre a horta, experimentamos e sentimos os cheiros de algumas ervas, vimos alguns bichos, fomos no minhocário, passamos pela ponte de desejos e fomos lanchar. Depois fomos para a trilha e demos comida para os peixes. No final brincamos na casinha da árvore.”

Alunos: Angélica, Eduarda G., Robson e Lucas.


“Nós chegamos no Centro de Educação Ambiental e o Professor André nos recebeu e ele conversou com nós, depois ele nos deixou em grupos e cada grupo foi em um lugar. Nós vamos ver a horta. Depois passamos na ponte dos desenhos e depois fomos numa casa que tinha um monte de plantas em caixinhas de leite. Fomos no Relógio do Corpo Humano. Depois de lanchar olhamos o minhocário e depois nós fizemos a trilha, nós olhamos os peixes.”

Alunos: Eduarda P. Emanuele, Victor e Miquéias.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Parcão NH: um lugar para aprender e pesquisar

O Parque Municipal Henrique Luís Roessler, mais conhecido como Parcão, tem mais de 50 hectares e está aberto para a comunidade de Novo Hamburgo como uma opção de lazer e contato com a natureza. Criado em 1990, possui um espaço para palestras e pesquisas, onde funciona uma Sala Verde, e conta com profissionais da Secretaria do Meio Ambiente e da Secretaria de Educação do município de Novo Hamburgo. 



Com tudo isso, o Parcão foi um grande parceiro da EMEF Maria Quitéria para a pesquisa de várias turmas do Projeto VIDAA. Dia 16/09, os alunos do 1º B e do 5º A foram até lá para observarem os animais que vivem em ambientes naturais. 



Os alunos já chegaram no Parcão sendo convidados a observarem que animais eles percebiam ali. As guias pediram um momento de silêncio e eles ouviram a grande quantidade dos pássaros presentes. 






Na sala de reuniões, eles viram peles e ossos de animais que foram maltratados, além de cobras, aracnídeos e insetos em vidros. 




Em seguida visitaram o açude com tartarugas, aves, peixes e, no caminho, pararam para observar o trabalho das formigas.



No ônibus, o veterinário falou sobre o índice de abandono em NH e as ações do Canil Municipal de NH, apontando a castração como a melhor opção para evitar o aumento da população de rua. Também houve uma discussão sobre os cuidados que todas as famílias deveriam ter em relação a seus animais de estimação e que para uma guarda responsável (e não posse, pois os animais não são coisas) é necessário ter espaço adequado, dinheiro para manter o animal de estimação e, principalmente, tempo para brincar com ele.



A atividade foi acompanhada por uma equipe da TV Feevale e no final dois alunos falaram sobre suas aprendizagens (disponível em https://www.youtube.com/watch?v=ucsXjaNy2XE).

Já no dia 6/10, os alunos do 1º A e do 4º A foram ao Parcão no turno da manhã e os alunos do 4º C e do 3º B, no turno da tarde. 








Depois de conhecerem um pouco mais sobre a história e os espaços do parque, os alunos foram lanchar em um espaço ao ar livre, cercado por uma mini-horta feita em pneus e canos. 




Em seguida observaram o açude com tartarugas e começaram a trilha em meio à vegetação nativa e exótica encontrada em boa parte do parque. Na trilha, a guia conversou com a turma sobre a vida na floresta para os animais conseguirem comida e a dificuldade em se distinguir plantas que poderiam ser usadas na alimentação e aquelas que poderiam fazer mal aos seres humanos primitivos. 




Além disso, também foi apontado outras usos para plantas, como as sementes de Urucum, encontradas no parque.

Foram momentos de muita aprendizagem. As pesquisas das turmas estão mais completas depois desses passeios, agora é só juntar tudo e seguirem para as ações!

Profª Daniela

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

COOLABORE: trabalho coletivo para a separação de lixo

 Os alunos do 2º B e do 5º B foram na Central de Resíduos Sólidos da Roselândia para conhecer um pouco mais sobre o destino do lixo no município de Novo Hamburgo.




O Sr. Paulo mostrou como o lixo chega na Central de Resíduos.



Mesmo sem a coleta seletiva, as sacolas separadas na cada das pessoas não se misturam.


O lixo vai para a esteira para as sacolas serem abertas.




Os catadores separam cada material em um lugar diferente.




Cada material é compactado em uma máquina para formar blocos e ser vendido para a reciclagem.



 O lixo que não pode ser reciclado é chamado de rejeito e vai até o final da esteira para ser levado ao Aterro Sanitário de Minas do Leão-RS.



O lugar onde funciona a Central de Resíduos da Roselândia era o antigo lixão da cidade. Depois de muitos anos recebendo lixo todos os dias, sobrou uma pilha de lixo que foi aterrada. Um aterro sanitário precisa proteger os lençóis freáticos e o solo com uma manta asfáltica e colocar canos para escorrer o chorume e chaminés para liberar o gás metano.

Alunos do 2º B e Profª Daniela